quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A ARTE DE DAR PEIDOS


Informação recebida da editora Orfeu Negro:

Incrédulo, o leitor interrogar-se-á: mas então, dar peidos também é uma arte? Se a pergunta o atormentar, irá encontrar a resposta neste pequeno ensaio teórico-físico do século XVIII. Clássico da literatura cómica, escatológica e pseudocientífica, A Arte de Dar Peidos confirma-nos que o peido é uma necessidade da natureza, uma condição de boa saúde, que pode e deve ser assumida como uma fonte de prazer. E até de arte, pois dar peidos não custa, custa é saber dá-los.

1.º TÍTULO DA COLECÇÃO CASIMIRO | Livro Ilustrado para Adultos

José María Lema é ilustrador, embora não tenha a certeza de ser “caricaturista”, “pintor” ou mesmo «artista». Sabe que cada dia é uma folha em branco que deve ser iluminada. Foi seleccionado em 2008, 2009 e 2010 para a Exposição Internacional de Ilustradores da Feira do Livro Infantil de Bolonha, tendo exposto o seu trabalho em diversos museus na Coreia e no Japão. Integra o colectivo internacional de ilustradores Blue Book Group. Nesta Arte de Dar Peidos, José María Lema dá luz ao ensaio teórico-físico e metódico de Pierre-Thomas-Nicolas Hurtaut, falso cientista mas verdadeiro filósofo do século XVIII.

Título A Arte de Dar Peidos
Texto Pierre-Thomas-Nicolas Hurtaut
Ilustrações José María Lema
Tradução Jorge Lima Alves
N.º pp. 108
Preço € 12,00

À venda nas livrarias a partir de 25 de Novembro

5 comentários:

  1. acho que vou comprar para aumentar os meus ténues conhecimentos.

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  2. Este blogue, de acordo com o seu Manifesto, versa assuntos de Ciência. Parece-me de mau gosto publicitar um livro sobre o tema do post.

    Se o título do livro fosse "A Ciência de dar Peidos", vá que não vá. Que abordasse a velocidade de escape, a composição química, a organoléptica da coisa,... isso é que seria interessante! Agora cá a arte da função! Qual o interesse?!

    Saudações irónicas

    Cruz Gaspar

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    Respostas
    1. Toda a arte tem ciência, embora nem toda a ciência tenha arte.

      Saudações substanciais,

      L.F.S.

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  3. O Pinto da Costa naturalmente é o autor.

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  4. Do ponto de vista económica a coisa tem pouca expressão. Até que algum jovem empreendedor se lembre de arranjar maneira de vender os ditos e vez de os dar. A coisa mudava imediatamente de figura, pois sobre uma venda criam-se sempre mais valias e o respetivo IVA lá irá parar, a bem ou a mal, aos cofres sem fundo do Estado. Frequentemente, quem avança com a ideia não recebe pevas.

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